Leituras
Acabei de ler há dias o último trabalho de José Saramago.
As Intermitências da Morte, foi o título escolhido para mais este romance do nosso Nobel da literatura. Para quem, como eu, leu todos os romances do autor, poderá estranhar uma certa ausência de imaginação nesta obra de ficção. Não que o tema se torne incómodo ao longo do livro – afinal a morte está presente nas nossas vidas – mas porque se torna tedioso, saturante. Apesar da fluidez da escrita a que já estamos habituados, falta conteúdo, algo de mais substancial. Destaca-se o primeiro terço da obra bem como o seu final, insólito e surpreendente como em muitos dos seus livros.
Esperava-se mais e melhor de um autor que nos presenteou com tantos livros notáveis.
As Intermitências da Morte, foi o título escolhido para mais este romance do nosso Nobel da literatura. Para quem, como eu, leu todos os romances do autor, poderá estranhar uma certa ausência de imaginação nesta obra de ficção. Não que o tema se torne incómodo ao longo do livro – afinal a morte está presente nas nossas vidas – mas porque se torna tedioso, saturante. Apesar da fluidez da escrita a que já estamos habituados, falta conteúdo, algo de mais substancial. Destaca-se o primeiro terço da obra bem como o seu final, insólito e surpreendente como em muitos dos seus livros.
Esperava-se mais e melhor de um autor que nos presenteou com tantos livros notáveis.


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