Presidenciais
Vamos voltar a ter eleições. Que bom, não chega a hora de ir votar. Receio até, não conseguir dormir nesta semana que antecede o acto eleitoral – tal não é a expectativa.
Chama-se a isto, voltar a embaralhar e a dar jogo, pois a Oeste (da Europa) nada de novo.
O único aspecto positivo destas eleições é o facto inegável de que o actual Presidente da República deixará de o ser, o que por si só, já constitui um grande alívio para todos os portugueses. Finalmente, vamos deixar de ver as aparições ridículas do Dr. Sampaio a viajar pela IC 19, a acompanhar a GNR nas suas operações, a emitir opiniões por duas razões – por tudo e por nada. Uma necessidade de protagonismo perfeitamente absurda e desnecessária, que só lhe fica mal. Muitas vezes, a quase querer sobrepor-se ao Governo. Tanto o fez, que viria a conseguir a dissolução do Parlamento, tão discutível, originando novas eleições legislativas em Fevereiro do ano passado.
Quando conseguiu os seus intentos, isto é, ter um Governo da sua cor política, deixou de ser tão interveniente, porque será?
O Absolutismo há muito que não existe, felizmente, e um sistema presidencialista, do tipo norte-americano também responde ao Senado. Por isso é bom que cada um saiba onde se deve situar. Pisar terrenos alheios ou que não são da sua competência, raramente dão um bom resultado.
Enfim, chegou a hora de ver partir o Dr. Jorge Sampaio. Deixa as luzes da ribalta mas não deixa seguramente saudades mesmo ao nosso povo que é tão saudosista.
Chama-se a isto, voltar a embaralhar e a dar jogo, pois a Oeste (da Europa) nada de novo.
O único aspecto positivo destas eleições é o facto inegável de que o actual Presidente da República deixará de o ser, o que por si só, já constitui um grande alívio para todos os portugueses. Finalmente, vamos deixar de ver as aparições ridículas do Dr. Sampaio a viajar pela IC 19, a acompanhar a GNR nas suas operações, a emitir opiniões por duas razões – por tudo e por nada. Uma necessidade de protagonismo perfeitamente absurda e desnecessária, que só lhe fica mal. Muitas vezes, a quase querer sobrepor-se ao Governo. Tanto o fez, que viria a conseguir a dissolução do Parlamento, tão discutível, originando novas eleições legislativas em Fevereiro do ano passado.
Quando conseguiu os seus intentos, isto é, ter um Governo da sua cor política, deixou de ser tão interveniente, porque será?
O Absolutismo há muito que não existe, felizmente, e um sistema presidencialista, do tipo norte-americano também responde ao Senado. Por isso é bom que cada um saiba onde se deve situar. Pisar terrenos alheios ou que não são da sua competência, raramente dão um bom resultado.
Enfim, chegou a hora de ver partir o Dr. Jorge Sampaio. Deixa as luzes da ribalta mas não deixa seguramente saudades mesmo ao nosso povo que é tão saudosista.


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