In Verbis: março 2006

21 março 2006

Problemas...

Depois de alguns dias sem poder aceder a este Blog, devido a alguns problemas que surgiram no próprio BLOGGER, finalmente já está disponível.

Agradeço a compreensão demonstrada por todos vós que, gentilmente, me informaram de que também não podiam visualizar esta página tendo ficado privados do conteúdo da mesma, como seja, por exemplo, ao acesso dos links nela apresentados.

Apresento, assim, os meus agradecimentos acompanhados do respectivo pedido de desculpas por esta situação menos agradável.

Bem hajam.

11 março 2006

Observatório Astronómico


Este organismo que pertence à Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, disponibiliza informações bastante interessantes como sejam:

- A Hora Legal bem como as suas respectivas mudanças.
- Calendário da Lua com as suas fases.
- Calendário e Fenómenos Astronómicos como Eclipses, entre outros.
- Feriados Nacionais e religiosos.
- Início das Estações do Ano.

Para todos quantos se interessam verdadeiramente por estes temas, este é um site a não deixar de consultar.

O endereço do Observatório Astronómico de Lisboa encontra-se já neste Blog na secção dos sítios A Visitar.

05 março 2006

«Oh Lisboa, meu lar!» (1)

(1) Fernando Pessoa

01 março 2006

Munique


Para além da questão político-religiosa de Israel e da Palestina – assunto pendente há décadas – recentemente fomos confrontados com as caricaturas ao profeta Maomé que continuam na ordem do dia na comunicação social.
O filme Munique de Steven Spielberg, não só não nos permite esquecer os conflitos do Médio Oriente, como nos transmite uma perspectiva da inutilidade das guerras, em particular, guerras de cariz religioso como as perpetuadas por grupos extremistas e fundamentalistas que nos conduzem ao cenário triste do terrorismo.

Spielberg, que tem sangue judeu, tentou não ser conotado neste filme como um pró-semita à semelhança do que sucedeu com a sua Lista de Schindler. Por isso, vemos em Munique uma película imparcial e tão neutral como se de um documentário se tratasse.

Bem realizado, não deixa, obviamente, de ser um filme político pelo que poderá não ser do agrado de muitos amantes da sétima arte. Para quem conhece, ou se recorda, minimamente dos eventos ocorridos nos Jogos Olímpicos desta cidade alemã em 1972, encontrará aqui bons motivos para reflectir sobre a ignorância do Homem que teima em não terminar. Parece que a humanidade apenas evoluiu em termos tecnológicos já que no aspecto humano, propriamente dito, involuiu.